“O errado será cobrado”

ciclos de vingança e disputas entre coletivos criminosos em Natal/RN após o “Massacre de Alcaçuz”

  • Natalia Firmino Amarante ISCTE-IUL
  • Juliana Gonçalves de Melo
Palavras-chave: Facção, Sistema prisional, Disputas, Massacre de Alcaçuz

Resumo

A proposta é analisar a relação entre o Massacre ocorrido na prisão de Alcaçuz e Rogério Coutinho Madruga, inseridas no Município de Nísia Floresta, RN, em janeiro de 2017 e que resultou na morte de, pelo menos, 27 pessoas e 71 desaparecidos. Pretendemos descrever esse evento, entender suas consequências e sua relação com o fortalecimento das disputas entre duas facções rivais (PCC e SDC) e o aumento da violência em Natal, sobretudo no ano de 2017 e 2018. Em que sentido esse episódio trágico contribuiu (e contribui) para esse quadro? Qual a relação entre essas questões e as condições atuais no sistema prisional?

 

Palavras-chave: 

Facção; sistema prisional; disputas; massacre de Alcaçuz

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Biografia do Autor

Natalia Firmino Amarante, ISCTE-IUL

Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Mestre em Antropologia Social (UFRN). Integrou o Grupo de Pesquisa CIRS- Cultura, Identidade e Representações Simbólicas e fomenta particularmente a Linha de Pesquisa: Cidade, violência e direitos.

Juliana Gonçalves de Melo

Professora Associada no Departamento de Antropologia e Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) (2019) e Colaboradora Técnica do Departamento de Estudos Latino-americanos da Universidade de Brasília (UNB) (2019).

Publicado
2020-05-27
Como Citar
Firmino Amarante, N., & Gonçalves de Melo, J. (2020). “O errado será cobrado”: ciclos de vingança e disputas entre coletivos criminosos em Natal/RN após o “Massacre de Alcaçuz”. Revista De Estudos Empíricos Em Direito, 7(2), 69-87. https://doi.org/10.19092/reed.v7i2.469